terça-feira, 22 de maio de 2007

Meu modo... imposto, retorço

Essa hora
Hora das lembranças de infância
Hora de saber que não vale a pena
Hora de despertar de mais um pesadelo
Tão real...
Hora de saber que não é natural
Fumar e tomar pernod
Enquanto se trabalha em estrofes
Para costurar uma poesia
que já veio rasgada
Veio fugidia

toma um calmante poeta
é tua anistia

madrugada de profundíssima agonia

2 comentários:

Anônimo disse...

vem pro meu quarto nessas horas... :(
te amo :)

Anônimo disse...

eu ia comentar, mas acho melhor nao dizer nada. apenas observar